Fotos de objetos deixados para trás mostram o quanto somos finitos

“Eu vejo evidência da ausência, através da presença do que resta”. Esta é uma das frases da fotógrafa Jane Dorn em relação ao que sente fotografando igrejas, casas e comércios abandonados há décadas. As pessoas que ali estavam, talvez nem habitam mais este mundo, porém um resquício de sua existência permanece e ultrapassa pelo tempo o ser orgânico que lhe possuía.

Um certo tom de tristeza e melancolia paira sobre estas imagens. É fácil ver o quão passageiros somos ao ver abandonada uma residência, o símbolo da garantia de permanência de um ser. Projeto Empirical Evidence. 

A primeira porção de conhecimento de hoje vem com um pouquinho a mais de reflexão:

janedorn_empiricalevidence20 janedorn_empiricalevidence19 janedorn_empiricalevidence18 janedorn_empiricalevidence17 janedorn_empiricalevidence16 janedorn_empiricalevidence15 janedorn_empiricalevidence14 janedorn_empiricalevidence13 janedorn_empiricalevidence12 janedorn_empiricalevidence10 janedorn_empiricalevidence9 janedorn_empiricalevidence7 janedorn_empiricalevidence6 janedorn_empiricalevidence5 janedorn_empiricalevidence4 janedorn_empiricalevidence3 janedorn_empiricalevidence2 janedorn_empiricalevidence1

 

 

DM

Estava com a bio quase pronta, no último ponto percebi que tudo o que eu digitei não estava sendo salvo. Nota: olhar menos para o teclado enquanto digita.